[AUTOR]

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FRANCISCO GOMES (cor)rompeu a existência em 1982 no arcaico município de Campo Maior (PI), fixando raízes na provinciana Teresina (PI), onde (sobre)vive desde os 7 anos de idade. Rabisca versos desde os 12, mas só em 2004, através do Concurso de Sonetos realizado pela Universidade Estadual do Piauí (Campus Clóvis Moura), que se apresentou ao público como poeta, sendo o 1º lugar do concurso. É dono de uma poética multifacetada, onde sua poesia reflete a versatilidade na forma e na temática. A variedade imprime identidade ao que o poeta escreve, criando uma unidade dentro da diversidade. Iniciou duas faculdades – História e Letras/Português, abandonando ambas. Em 2008, através do Concurso Novos Autores, recebeu o prêmio Cidade de Teresina pelo seu livro de estreia “Poemas Cuaze Sobre Poezias” – 1º lugar na categoria Poesia. Em 2011, teve a obra “Conectados” (modalidade instalação) selecionada para exposição no 18º Salão de Artes Plásticas do Piauí e, no mesmo ano, a honra de ter o poema “Tempo-horal” musicado pelo maestro/compositor Beetholven Cunha. Participou de projetos sociais imprescindíveis, como o “Marquise: A Cidade e os Rios” – realizado pelo Sesc Piauí/Unidade Centro (Teresina) edição 2015 – que, através das linguagens das  Artes plásticas e da Literatura (especificamente a poesia), chamou a atenção para discussões sobre a importância da conscientização e preservação dos rios Parnaíba e Poti, além de ter sido selecionado para participar da edição de setembro de 2012 do “Um poema em cada árvore”, realizado em 83 cidades brasileiras, projeto de incentivo à leitura e popularização da poesia. Em 2017, teve poema selecionado pela Chiado, Editora de Portugal, para compor a “Antologia de Poesia Brasileira Contemporânea – Além da Terra, Além do Mar”, que reúne cerca de 1500 poemas escritos em língua portuguesa por autores nascidos em todo o Brasil. É autor dos livros “Poemas Cuaze Sobre Poezias” (FCMC, 2011), “Aos Ossos do Ofício o Ócio” (Penalux, 2014), “Face a Face ao Combate de Dentro” (Kazuá, 2016), “O Despertar Selvagem do Azul Cavalo Domesticado” (Multifoco, 2018) e do CD “Diafragma – Poemas em áudio” (Eumesmo Edições, 2018). Atualmente dedica-se quase exclusivamente à poesia – seu “projétil” de vida –, num árduo trabalho diário de pesquisa, leitura, empiria e contemplação. Também é músico, compositor, letrista e Anarquiartista plástico. Edita/administra o blog “Pulso Poesia” e a página no facebook “Mal Ditos Paralogismos”, onde divulga seu trabalho lítero-artístico. Além de poemas publicados em sites, revistas, coletâneas nacionais, jornais, muros etc., tem livros inéditos e em construção. Admira a carência orgulhosa dos gatos e a tranquilidade dos jabutis. Ah, adora fígado acebolado.

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